ERC=ScienceSquared

 

O projecto ERC = Science2 tem como objectivo principal dar a conhecer o European Research Council (ERC) a estudantes, investidores, decisores políticos, investigadores e a todos os cidadãos europeus.

O ERC = Science2 promove os projectos e os investigadores financiados pelo European Research Council, através da produção de conteúdos inovadores, populares e de alta qualidade – vídeos de grande impacto, reportagens em formato interactivo, tweets, realidade aumentada e exposições pop-up – que serão adaptados semestralmente a um novo tema.

Estes conteúdos serão usados por 10 centros e museus de ciência, 34 universidades, centenas de canais media online, bem como em outras plataformas de 37 países, chegando a mais de 40 milhões de pessoas. Esta campanha irá aumentar o interesse na ciência, sensibilizar para a importância do European Research Council e encorajar uma nova geração de investigadores a procurar financiamento neste organismo público.

A Ciência Viva é responsável pela produção do menu de actividades para os centros e museus de ciência participantes relativos aos temas cidades, alimentação, longevidade, experiências sensoriais, música e robôs. Irá também desenvolver um workshop para estas instituições onde os menus de actividades serão explorados e as melhores práticas de implementação dos temas serão debatidas.

Em 2017 e 2019, o Pavilhão do Conhecimento irá trabalhar dois dos temas: Alimentação e Experiências Sensoriais.


 

Museus / Centros de Ciência participantes:

Science Center Network, Áustria

Centre for Research and Analysis, Bulgária

Techmania, República Checa

AHHAA, Estónia

EXPERYMENT Science Centre, Polónia

Ellinogermaniki Agogi, Grécia

VIUC, Letónia

Parque de las Ciencias, Espanha

Universcience, França

 

 Eventos ERC = Science2

 

Visão, olfacto, paladar, tacto e audição. Aprendemos desde cedo a usar os nossos 5 sentidos para investigar e compreender o mundo. Mas como funcionam? Quão dependentes estamos deles? Como sentimos e percebemos o mundo que nos rodeia? E como se relacionam os nossos sentidos com as nossas emoções, a aprendizagem ou as memórias que vamos criando?

 

9 de Março | Põe-te à prova | Público escolar

O que ouvimos, vemos, saboreamos, cheiramos e tocamos pode dar-nos indicações sobre o que deveremos sentir, ser responsável pelo reavivar de velhas lembranças, e ajudar-nos a compreender o mundo à nossa volta. Professores e alunos irão descobrir ilusões de óptica, pôr o equilíbrio à prova, e ultrapassar desafios de pôr a cabeça a andar à roda. Irão também explorar a raiz do medo e a forma como reagimos a sinais de perigo.

Programa

 

10 de Março | O jantar está servido | Público adulto

Uma refeição é uma experiência multissensorial: sabor, aspecto, cheiro, textura e som não podem faltar na ementa. Hoje há restaurantes onde podemos comer às escuras e há chefs que se dedicam a experimentar novos ingredientes e a testar novas texturas. Mas que influência têm estes estímulos na forma como percepcionamos os alimentos? O Pavilhão do Conhecimento organiza um jantar imersivo onde as experiências se servem numa bandeja pelas mãos dos chefs Sofia Morais Pinto e Frederico Guerreiro. Os participantes vão ser desafiados, observados e escrutinados, tudo para perceber como o nosso cérebro reage a diferentes estímulos e os integra como uma aprendizagem.

Programa

 

0s investigadores:

 

Eugenia Chiappe | Investigadora Principal | Fundação Champalimaud | European Research Council

Eugenia Chiappe nasceu na Argentina, onde estudou Biologia na Universidade de Buenos Aires. Fez uma pós-graduação na Universidade Rockefeller, em Nova Iorque, com uma bolsa do Howard Hughes Medical Institute. A sua investigação em audição periférica levou-a às especializações biofísicas dos órgãos sensoriais. Depois de um curso de neurociências computacionais, no Marine Biological Laboratory, em Woods Hole, também nos EUA, ficou cada vez mais interessada nos princípios computacionais que ocorrem durante funções mais integrativas do cérebro. Eugenia juntou-se então ao grupo do investigador Vivek Jayaraman, onde desenvolveu uma nova técnica de registo da actividade neural em moscas em movimento, para estudar as transformações visuais-motoras em Drosophila melanogaster. Eugenia Chiappe encontra-se a trabalhar na Fundação Champalimaud, como investigadora principal no grupo de integração sensório-motora.

 

Carlos Ribeiro | Investigador Principal | Fundação Champalimaud

Carlos Ribeiro nasceu na Suíça, onde estudou Biologia no Biozentrum da Universidade de Basileia, e fez um doutoramento sobre o processo de transcrição nos embriões de Drosophila (mosca da fruta), no laboratório dos professores Markus Affolter e Walter Gehring. Em 2004 fez um pós-doutoramento no Research Institute of Molecular Pathology, na Áustria, interessando-se então pelos processos de tomada de decisão na mosca adulta. Carlos Ribeiro tornou-se investigador principal da Champalimaud Research em 2009. O seu laboratório estuda como os sistemas neuronais sentem as necessidades metabólicas e modificam os processos neuronais para gerar as decisões de comportamento mais adequadas para a sobrevivência e reprodução de organismos. Carlos Ribeiro encontra-se a trabalhar na Fundação Champalimaud, como investigador principal no grupo de comportamento e metabolismo.

 

Marta Moita | Investigadora Principal | Fundação Champalimaud | European Research Council

Marta Moita é investigadora principal no grupo de Neurociência Comportamental da Champalimaud Research, desde 2008. Fez o seu doutoramento em Ciências Biomédicas através do programa de Doutoramento em Biologia e Medicina da Fundação Calouste Gulbenkian. O seu trabalho para a tese de doutoramento decorreu no laboratório do professor Joseph Ledoux, na New York University, onde estudou o papel da plasticidade do hipocampo no condicionamento do medo. Em 2002, desenvolveu estudos de investigação em discriminação auditiva no laboratório do investigador Tony Zador. Antes de se estabelecer na Fundação Champalimaud, Marta Moita iniciou o seu próprio grupo de investigação na área do seu doutoramento em 2004, no Instituto Gulbenkian de Ciência.


 Rui Oliveira | Investigador Principal | Instituto Gulbenkian de Ciência

Rui Oliveira, doutorado em Biologia pela Universidade de Lisboa, professor agregado pela Universidade do Algarve e professor catedrático no ISPA, é investigador principal no Instituto Gulbenkian de Ciência e investigador adjunto no Programa de Neurociências da Fundação Champalimaud. Rui Oliveira tem trabalhado nas áreas da neuroendocrinologia e genómica comportamental, nomeadamente associadas ao comportamento social, à evolução e os mecanismos da plasticidade dos comportamentos e à cognição social comparada. Director do programa de pós-graduação em psicobiologia do ISPA, é ainda responsável pela supervisão, revisão e avaliação de programas de investigação científica (EU Framework Programmes e NSF Programs in Neuroendocrinology and in Animal Behavior, EUA). Rui Oliveira foi presidente da Sociedade Portuguesa de Etologia e é reitor do ISPA.

 

come  

De 16 a 19 de Março de 2017 o Pavilhão do Conhecimento - Centro Ciência Viva apresentou uma programação dedicada à alimentação. Os processos sustentáveis de produção agrícola, os hábitos de alimentação saudável, a dieta mediterrânica e a prevenção de doenças cardiovasculares foram alguns dos temas abordados através de actividades experimentais, workshops, projectos de ciência e tecnologia, debates e filmes.

 ClaudiaBicho

 

Debate "A dieta mediterrânica e a prevenção de doenças cardiovasculares" Pavilhão do Conhecimento - Centro Ciência Viva | 16 de Março 2017

Debate "A alimentação saudável de crianças e jovens" Pavilhão do Conhecimento - Centro Ciência Viva | 17 de Março (leia um resumo das conclusões do debate)

.COME Pavilhão do Conhecimento - Centro Ciência Viva | 17 e 18 de Março 2017.

.COME Time Out Market Lisboa | 19 de Março 2017.

 

Fotografias: Dia 16 | Dia 17 | Dia 18 | Dia 19

 

Página oficial do projecto

 

 

 Parceiros: