OSOS - Open Schools for Open Societies (2017-2020)

 

 

 

 


O Projecto

O projecto OSOS – Open Schools for Open Socities tem como principal objectivo implementar, em larga escala, um processo de transformação das escolas em ecossistemas inovadores de aprendizagem, actuando como espaços multidisciplinares para a aprendizagem das ciências para os quais directores de escola, professores, alunos e comunidade local partilham responsabilidades e beneficiam do desenvolvimento de uma cidadania responsável.

O projecto prevê o envolvimento de 100 escolas a nível nacional, em que os alunos, desde o 1.º ciclo do ensino básico até ao ensino secundário, são encorajados a desenvolver projectos multidisciplinares que tentam dar resposta a problemas concretos da sua comunidade, envolvendo neste processo as suas famílias, universidades / centros de investigação, parceiros locais (moradores, lojistas, empresas, associações, etc.), museus e centros de ciência. Com o OSOS pretende-se acima de tudo colocar as escolas no centro de uma comunidade activa, democrática e participativa.

 

Inscreva a sua escola


Site oficial do projecto: https://www.openschools.eu/

Projectos OSOS


Nome da escola: Escola Secundária Leal da Câmara |  Agrupamento de Escolas Leal da Camara

Nome do professor: Fernando Bação

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

Por que é que nas disciplinas específicas do Curso de Ciências e Tecnologias (CCT) as avaliações são significativamente mais baixas do que no ensino básico? O que podemos fazer para obter melhores resultados?

O projeto tem como ponto de partida um questionário, dirigido às turmas de CCT, que servirá de base para desenvolver novas formas de estar e pensar ciência e formas mais eficazes da sua aprendizagem. O foco será sempre o aluno e o que pode fazer pelo seu sucesso académico, num contexto balizado pelo perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória e pela exigência dos exames nacionais. Pretende-se recorrer às ciências da educação para facilitar a aprendizagem da ciência.

Etapas do projeto

I - Questionário diagnóstico

elaboração conjunta com professores e alunos das duas turmas envolvidas no projeto

aplicação do inquérito nas 6 turmas do CCT da escola

tratamento dos resultados e comparação com dados da literatura

II – Apresentação dos resultados na escola

III – Divulgação de formas de estar e estudar conducentes a uma melhoria de resultados. Palestra/conferência, convites endereçados ao Instituto de Educação (IE). Divulgação das ideias mestras

IV – Desenvolvimento de ações de motivação à mudança, convites endereçados Instituto de Educação (IE) e à Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa (FPUL)

V – Divulgação do projeto e as suas conclusões na página da Sala de Estudo da Escola e junto dos diretores de turma


Nome da escola: EB 2,3 Octávio Duarte Ferreira |  Agrupamento de Escolas Nº 2 de Abrantes

Nome do professor: Sandra Xisto

Descrição: 

A ação deste projeto passa por tornar a escola mais apelativa, atuando na estufa, nos espaços verdes, nas pinturas, nos espaços de lazer e outros, tendo sido o problema levantado pelos alunos.

Para dar início ao projeto os alunos fizeram gomas saudáveis para oferecer aos alunos da escola no dia dos namorados e fizeram sabonetes para vender, o que possibilitou iniciar o projeto da estufa. Com o apoio da Associação de Pais e da Junta de Freguesia foi possível a reabilitação de alguns espaços exteriores, tal como o jardim na frente da escola e a pintura dos muros.

Foi apresentada uma candidatura ao orçamento participativo do Agrupamento com o intuito de reabilitar o exterior do bar da Escola Octávio Duarte Ferreira.


Nome da escola: Escola Secundária Dr Francisco Fernandes Lopes |  Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Fernandes Lopes

Nome do professor: Alberto Mascarenhas

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

No Algarve, em particular na Ria Formosa, as pradarias marinhas são muito comuns, cobrindo grande parte dos seus bancos de areia, sendo que são zonas de elevada produtividade e diversidade, onde plantas, algas e animais se concentram.

Assim, é urgente proteger as pradarias! Estas não só armazenam o CO2 presente na atmosfera, diminuindo-o consideravelmente, como também praticam o sequestro do carbono, contribuindo para a diminuição do aquecimento global.

Neste sentido, as turmas do 10º Ano (A, B e C) e a turma do 12º Ano (B) estão a desenvolver o projeto “A Ria Formosa e o Aquecimento Global”, tendo como principal objetivo, sensibilizar a comunidade escolar do nosso Agrupamento Dr. Francisco Fernandes Lopes, para a necessidade de preservar a Nossa Ria Formosa.


Nome da escola: Escola Básica Abade de Mouçós |  Agrupamento de Escolas Morgado de Mateus

Nome do professor: Maria Adelina Morgado, Gravelina Gache

Nível de ensino: 1.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Durante o projecto, que tem como objectivo dar a conhecer a importância das abelhas, foi criado na escola o Cantinho da Biodiversidade, com a ajuda de investigadores da UTAD. As árvores e arbustos plantados foram escolhidos com o objectivo de florescerem em alturas diferentes do ano para que haja sempre alimento para as abelhas. Foi colocado um cortiço antigo no cantinho da Biodiversidade para as abelhas poderem permanecer e até produzirem mel.

A turma visitou a quinta e o apiário da UTAD para perceber melhor o trabalho dos insectos polinizadores. Foi realizado também um “Dia Aberto à Comunidade” para dar a conhecer o trabalho desenvolvido.

No dia 7 de Maio a escola recebeu a visita de Paulo Santos, autor do livro “Cuscas no Castelo de Guimarães”, que fala sobre a importância das abelhas. Também foi feito o “BI” da abelha em português e inglês, onde se destacaram as diferenças entre uma vespa e uma abelha, após a sua observação à lupa.


Nome da escola: EB2,3 Dr. Anastácio Gonçalves |  Agrupamento de Escolas de Alcanena

Nome do professor: Maria da Conceição Castro

Nível de ensino: 2º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Atualmente um dos maiores problemas com que os apicultores se debatem, consiste na infestação generalizada das suas colmeias por um ácaro denominado Varroa destructor. Este, visível a olho nú, parasita as abelhas, infetando-as, destruindo também a suas pupas e larvas, tendo como resultado a morte de milhões e milhões de abelhas da espécie Apis mellífera, também conhecida como abelha europeia, em Portugal e no resto do planeta. Não só provoca uma diminuição da produção de mel e da receita obtida pelos apicultores, como afeta também a polinização das plantas e consequentemente a frutificação de pomares e árvores de fruto, contribuindo para que num futuro próximo, se assista a uma diminuição produção mundial de produtos hortícolas e frutícolas, com todas as consequências nefastas que tal cenário acarreta. Com este projeto pretendemos aplicar óleo essencial de lavanda em colmeias, demonstrando que é possível matar a varroa sem causar dano nas abelhas e mitigar este problema que diretamente ou indiretamente nos afeta a todos.


Nome da escola: E.B 2,3/S Dr. João de Brito Camacho |  Agrupamento de Escolas de Almodôvar

Nome do professor: Raquel Forca

Descrição: 

O projecto partiu de um levantamento de problemas da comunidade identificados pelos alunos do 12º ano. Foi seleccionado após votação que o projecto que iriamos desenvolver responderia a uma questão, Como divulgar de forma atractiva os pontos fortes de Almodôvar a jovens?

Assim, o principal objectivo do projecto passa pela promoção do turismo local (rural/científico/desportivo) do concelho de Almodôvar com o intuito de alcançar o público mais jovem. Os alunos estão a desenvolver uma App com vários roteiros, desde observação da fauna e flora, à história do concelho de Almodôvar, gastronomia, etc.

Os alunos marcaram uma reunião, a 13 Fevereiro de 2019 com o presidente da Câmara de Almodôvar, com a Vereadora da Cultura e com a Diretora do Agrupamento de Escolas de Almodôvar que acompanhou o projecto de perto. Os alunos apresentaram o projecto e pediram a sua colaboração, não só para os roteiros, mas também tem termos financeiros.

A apresentação está disponível neste link: https://www.emaze.com/@AOFTWZQWT/al-discovery. O presidente da Câmara mostrou-se inteiramente receptivo ao projecto.


Nome da escola: EB1/JI dos Lombos |  Agrupamento de Escolas de Carcavelos

Nome do professor: Tatiana Carriço

Nível de ensino: 1.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Projecto desenvolvido pelos alunos do 2º ano numa horta biológica comunitária inserida em contexto escolar. O projecto promove a participação de toda a comunidade educativa e vizinhos da escola na produção de alimentos saudáveis no âmbito do desenvolvimento sustentável.

Este projecto tem como objectivo a aprendizagem e o exercício de uma cidadania consciente e dinâmica, o desenvolvimento do pensamento crítico, criativo e  cuidadoso, a educação ambiental, o voluntariado e a entreajuda entre adultos e crianças do concelho. 

Desenvolvemos semanalmente actividades de carácter interdisciplinar e fazemos do espaço da horta o nosso laboratório de experiências. Questionamos, formulamos hipóteses e procuramos soluções para diferentes problemas, questões e curiosidades que vão surgindo. A horta é um lugar onde aprendemos de forma divertida.

No primeiro sábado de cada mês abrimos os portões da escola e convidamos a comunidade a entrar para cooperar e colaborar nas actividades. Contamos com o apoio da Cascais Ambiente, da  União das Freguesias de Carcavelos e Parede e dos serviços comerciais do bairro da escola.


Nome da escola: EB 2,3 de Vialonga |  Agrupamento de Escolas de Vialonga

Nome do professor: Helena Paixão

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Este projecto resulta da necessidade de incentivar os jovens a participar activamente na vida do Município, e que não se esgota na sua organização em torno de Associações Juvenis ou Grupos Informais de Jovens. 

O projecto desenvolveu-se ao longo de 6 fases:  

1. Apresentação do tema aos Agrupamentos; 

2. Recepção de candidaturas e selecção das escolas que vão participar; 

3. Debate do tema e escolha dos eleitos dentro da Escola;  

4. Indicação dos alunos participantes e eleição da mesa; 

5. Preparação da Assembleia Municipal Jovem e sessões de esclarecimento a realizarem-se nas escolas; 

6. Sessão da Assembleia Municipal Jovem. 

O tema deste ano foi “Alterações climáticas – reverter o aquecimento global”. Sendo o tema suficientemente abrangente, poderá ser trabalhado em quase todas as áreas curriculares, permitindo às escolas através dos professores participantes no projecto organizarem o debate do tema numa ou em diversas turmas, ou entre grupos de alunos, alargando-o, sempre que possível, à comunidade educativa. Na Escola Básica e Secundária da Vialonga participaram duas turmas de 8.º ano.

Foi organizado pelos professores um DAC em torno deste projecto, pelo que várias disciplinas trabalharam o tema da Assembleia, preparando os alunos para a sessão final. As turmas elegeram os seus "Deputados Municipais Jovens". Foi realizada uma sessão na escola, dinamizada pelos alunos do projecto, com a presença de eleitos da Assembleia Municipal.


Nome da escola: Escola Secundária do Pinhal Novo

Nome do professor: Pedro Jorge Oliveira, Maria Margarida Roque

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

A maioria da população do Concelho de Palmela considera que na freguesia de Marateca-Poceirão apenas se produz vinho e se colhe a maçã riscadinha, desconhecendo que existe também uma série de atividades ligadas ao estuário, como por exemplo, a produção de sal, cultura de ostras e arroz. Na zona de contacto entre a Ribeira da Marateca e o Estuário do Sado, podemos observar muitas aves, em particular, as limícolas, sendo esta zona um excelente hotspot para a sua observação. Na zona não existe qualquer informação sobre a existência e importância deste hotspot para observação de aves e sobre a atividade económica ligada ao estuário.

Com o objetivo de dar a conhecer a região e a sua potencialidade de desenvolvimento turístico, os alunos têm vindo a contactar várias entidades com o objetivo de colocar um painel informativo sobre as aves que podem ser observadas e na recolha para produção de informação sobre as atividades económicas ligadas ao estuário.


Nome da escola: Escola Secundária Dr. Manuel Fernandes


Nome da escola: Escola Básica António Gedeão |  Agrupamento de Escolas Cidade do Entroncamento

Nome do professor: Anabela Cavalheiro

Nível de ensino: 1º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

O projeto tem como objetivo dinamizar o espaço do pátio da escola, promovendo o espírito científico.

Serão dinamizadas três atividades, correspondendo aos últimos três meses do ano letivo:

Abril: montagem de um mini-planetário (à escala de distâncias e tamanho dos planetas) e mini-conferências pelos alunos da turma; 

Maio: equipar o pátio com um abrigo para morcegos e sensibilização para a proteção destes animais com mini-conferências em sala de aula;

Junho: dedicado ao Sol, com observação solar através de um solarscope, culinária com recurso a forno solar e diversas experiências no âmbito da temperatura e sombra.

Nestas atividades participam enquanto organizadores 20 alunos e 4 professores, abrangendo uma comunidade de 244 alunos (3-10 anos), 18 professores e 11 assistentes operacionais.


Nome da escola: Colégio de São Gonçalo

Nome do professor: Luís Pedro Freitas

Nível de ensino: Pré-escolar

Descrição: 

Este projeto é uma adaptação da ideia do “faça você mesmo” que permite desenvolver nas crianças a problematização do que estão a aprender. As experiências baseiam-se em desafios surpreendentes e divertidos onde permitimos que as crianças sintam a liberdade de explorar e criar, colocando elas próprias as “mãos na massa”. 

Ao vivenciar este tipo de atividades desde cedo, as crianças vão aprofundar e sedimentar valores comportamentais para a vida, possibilitando desta forma uma mudança positiva nas suas atitudes, no modo de acreditar, inovar, planear e persistir para conquistar.

As atividades desenvolvidas são acessíveis, tanto na abordagem e disponibilidade assim como no custo dos materiais. Ambicionamos “dar asas à imaginação” das crianças, ao mesmo tempo que despertamos a curiosidade para o mundo da ciência.


Nome da escola: Escola Técnico Profissional de Cantanhede

Nome do professor: Michael Teixeira

Nível de ensino: Ensino Profissional

Descrição: 

Projecto que permitirá aos consumidores, através da Internet, descobrirem micro e pequenas empresas (PMEs) da cidade através de páginas web. A ideia surgiu no seguimento da análise que se tem feito à decadência cada vez maior dos mercados tradicionais devido ao impacto das grandes superfícies.

Os objectivos do projecto passam pela promoção do comércio e serviços de proximidade, dando visibilidade às PMEs para que consigam angariar novos clientes. Este é um projecto multidisciplinar, que promove uma cultura de proximidade entre a comunidade local e a comunidade escolar, beneficiando uma cidadania responsável.


Nome da escola: Escola Básica n.7 de Vila Real - Centro Escolar da Araucária |  Agrupamento de Escolas Morgado de Mateus

Nome do professor: Ema Teixeira

Nível de ensino: 1.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

O barro de Bisalhães é Património da Unesco, mas soubemos que não há oleiros para o trabalhar, por isso, a nossa preocupação é grande, porque a louça pode acabar. Será porque sujam as mãos? Será porque pensam que é uma profissão para idosos?

Como temos dificuldade em perceber por que só há um oleiro talvez haja pessoas que nos possam ajudar. Vamos envolver os pais neste problema, a Câmara Municipal, UTAD e pessoas interessadas em aprender connosco como se encontra o barro e como se faz olaria.

Já sabemos que o barro se extrai da argila, por isso será interessante visitarmos o local para percebermos como, através da argila, se extrai o pó para fazer o barro.

Na companhia do Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Parada de Cunhos e do Prof. João Batista, da UTAD, visitámos o lugar da Telheira, para conhecermos o local de onde se extraía o barro. Percebemos que era um trabalho árduo e perigoso, porque nos foi informado que a extracção do barro era manual, a maior parte das vezes, as pessoas andavam atoladas em lama, descalças ou com galochas e que por vezes, ficavam soterradas quando houvesse deslize de terras. Associado a isso e à falta de argila, as pessoas começaram a abandonar esta actividade.

As cavidades transformaram-se em grandes lagos, perigosos, que estão cobertos de lodo e plantas aquáticas onde já existem peixes e muitas rãs.


Nome da escola: Escola Básica e Secundária do Cerco |  Agrupamento de Escolas do Cerco

Nome do professor: Ana Cristina Teixeira

Descrição: 

Pretende-se compreender de que forma se pode tirar o melhor partido de produtos descartados, desenvolvendo de modo sustentável outros "novos" bioprodutos, promovendo a reflexão sobre a insustentabilidade da atual sociedade de consumo e por conseguinte a proposta de vias alternativas a seguir. Pretendemos um bioproduto, relevante pela perspetiva cultural e energética, esteticamente válido e contribuindo para um novo perfil de ação concreta de uma sociedade mais justa e equilibrada.

Pretendemos usar mesas descartadas cujo tampo será coberto com um tapete de musgo colocado no jardim interior de um bloco da escola convenientemente hidratado. A par com este tapete será aproveitada a corrente de eletrões proveniente da fotossíntese de forma a carregar pequenos relógios e aparelhos de baixa potência elétrica.

Temos a intenção de produzir também um moedor de resíduos plásticos que, a par com fungos, seriam aproveitados enquanto solo de produção de frutos e leguminosas.

Neste projeto a par com a reflexão sobre a sociedade que desperdiça e que se nutre de publicidade, importa inverter a crise de valores nos quais assente que o aumento da riqueza destrói a natureza.


Nome da escola: EB1/JI Porto Pinheiro |  Agrupamento de Escolas Moinhos da Arroja

Nome do professor: Suzete Santos

Nível de ensino: 1.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Projeto que visa alertar, sensibilizar, investigar e conhecer numa perspetiva de proteção ambiental. O projeto pretende explorar a partir do currículo das diferentes áreas disciplinares (estudo do meio, matemática, português, educação para a cidadania e expressões artísticas) os ecossistemas e a biodiversidade, através dos princípios do método científico, da observação, recolha, experimentação, do trabalho de campo, da troca e comunicação de ideias, da cooperação e parceria com diferentes entidades.

Com o desenvolvimento do projeto pretende-se colocar as crianças a observarem o ambiente que as rodeia, a recolherem informação fora de sala de aula, a seriarem e categorizarem o que observaram e a encontrarem soluções para problemas reais e ambientais, aproximando os alunos da biodiversidade que os rodeia, como por exemplo:  “A polinização em ambientes urbanos”, “Por que há poucos insetos em ambientes urbanos?” e “Qual a importância dos insetos para a realização da polinização e do equilíbrio dos ecossistemas?”.


Nome da escola: Externato Cooperativo da Benedita

Nome do professor: Samuel Branco, Inês Madaleno

Nível de ensino: Ensino Profissional

Descrição: 

Este projeto encontra-se a desenvolvido por alunos do curso profissional de Mecatrónica. Com este projeto os alunos pretendem desenvolver um kit que possa ser adaptado a vários suportes: bicicleta, pedais de banco de jardim (que podem ser colocados noutros sítios, como locais de espera de transportes públicos), máquinas de exercício físico (com sistema de rotação). O objetivo é produzir e armazenar energia a partir do exercício físico e utilizá-la, por exemplo, para carregar dispositivos móveis.

 

Os objetivos são: 

- Armazenar energia. 

- Carregar dispositivos móveis. 

- Motivar para o exercício físico.


Nome da escola: Escola Secundária Marques de Castilho |  Agrupamento de Escolas de Águeda Sul

Nome do professor: Álvaro Folhas

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

O trabalho tem dois propósitos: por um lado articular todas as disciplinas em torno de um tema comum – a Astronomia – trabalhado de forma interdisciplinar, no contexto dos Domínios de Autonomia Curricular.

Em termos práticos espera-se deste projecto a concretização de uma exposição pública centrada na Astronomia e Ciências do Espaço, na qual os alunos irão apresentar o trabalhos desenvolvido nesta área, visando a promoção da literacia científica da comunidade.

Este trabalho terá algumas actividades com envolvimento dos visitantes, um Café-Ciência dinamizado por um cientista, e a exposição dividida em várias partes:

1. Como nasceu o Universo: mitos criacionistas e teoria científica (EMRC);

2. Astrofotografias de diferentes objectos astronómicos registados e processados pelos alunos por recurso a telescópios profissionais do Faulkes Telescope Project, situados em diferentes locais do mundo;

3. Apresentação sobre o que são asteróides e suas características, designadamente as órbitas excêntricas (envolvimento da Matemática nas elipses e parábolas) e potencial de destruição em caso de colisão com a Terra (simulação da cratera de impacto produzida por um dado asteróide no centro de Águeda. Os alunos da turma terão ainda aqui a oportunidade de apresentar os novos asteróides que descobriram na campanha de pesquisa de asteróides na qual participaram, dando assim o seu contributo à comunidade científica internacional;

4. Várias curiosidades relativas ao Espaço e à conquista espacial. Algumas repercussões no nosso quotidiano de materiais e ferramentas desenvolvidas para a conquista espacial;

5. O Sistema Solar, formação e estrutura do Sistema Solar e modelo à escala quer em distâncias quer em tamanhos relativos usando como referência objectos ou organismos conhecidos. (Programa de Biologia);

6. O Sistema Solar como sistema físico (Programa de Física) onde ocorrem transferências de energia. As diferentes formas de Energia, seus mecanismos e sua importância para a vida na Terra (Programa de Física e Química);

7. Placard com questões que habitualmente se tem concepções erradas como “Será a proximidade ao Sol que está na origem das estações do ano?”; “haverá mais nascimentos na Lua Cheia?”;

8. Questões filosóficas sobre o determinismo científico (programa de Filosofia): Existe uma realidade do ser humano que pretende fugir a este determinismo?

9. “E o futuro?”: uma parte a enquadrar no programa de Inglês (e que será trabalhado em inglês) com base no conceito de aldeia lunar apresentado pela ESA e NASA (https://www.esa.int/About_Us/DG_s_news_and_views/Moon_Village_humans_and_robots_together_on_the_Moon ) havendo espaço aqui para responder às actividades/desafios Moon Camp da ESA (https://www.esa.int/Education/Moon_Camp ).


Nome da escola: Escola Básica Carlos Gargaté |  Agrupamento de Escolas Carlos Gargaté

Nome do professor: Helena Serôdio

Nível de ensino: 3º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Os alunos do 8ºano vão promover um dia de recolha de lixo no Mar, no dia 30 de março de 2019. A proteção e conservação da Natureza faz parte dos conteúdos do 8ºano de Ciências Naturais e os alunos estão a desenvolver atividades e palestras de sensibilização para um assunto prioritário e urgente resolução – O Lixo no Mar. 

Os alunos do 8º ano irão desenvolver subprojectos de diversos temas que vão desde as fontes poluidoras, até à conservação de espécies e dos sistemas dunares, todos centrados no Mar e na sua proteção. Com recurso às técnicas e IBSE (Inquiry-Base Science Education), os alunos organizados em grupos desenvolvem projectos, que se iniciam na investigação e pesquisa e têm como fim a partilha do conhecimento adquirido com os colegas e comunidade escolar/participantes do evento. Desta forma, os projectos oferecem excelentes oportunidades de aprendizagem, particularmente por permitir a ligação a conteúdos lectivos dados em sala de aula. Para culminar, os alunos irão promover um dia na praia para a recolha de lixo no Mar, pelos surfistas convidados e inscritos/presentes. Os grupos de trabalho irão apresentar, em bancas interactivas/workshops, os resultados das diferentes pesquisas realizadas em sala de aula.


Nome da escola: Escola Básica de Malva Rosa |  Agrupamento de Escolas Pedro Jacques de Magalhães

Nome do professor: Virgínia Santos

Nível de ensino: 1.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

A escolha do projecto baseou-se no tema aglutinador do Agrupamento "Viagens", no ano em que se assinalam as Comemorações Magalhânicas do V Centenário da circum‑navegação.

Com este projeto, pretendemos ampliar o processo de partilha e trabalho colaborativo envolvendo todos os professores, educadores, assistentes operacionais, crianças da Educação Pré-escolar e alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico. Sensibilizar os alunos para a importância de observar, pensar e tomar decisões como cidadãos responsáveis e conscientes.

Tendo em consideração a faixa etária dos alunos e  sendo o primeiro ano que integram o projeto, considerou-se oportuno começar por resolver problemas que os afeta diariamente. O espaço exterior/recreio foi o ponto de partida para o desenvolvimento do projeto, pois despertou o interesse dos alunos na oportunidade de  melhorarem, cuidarem e, assim, embelezarem o espaço escolar.

O foco será, sempre, fomentar o envolvimento dos alunos, dos pais e outros parceiros da localização geográfica da escola, na realização de atividades de preservação do espaço escolar, permitindo às crianças um contacto mais direto com a Natureza, estimulando uma aprendizagem ativa e uma melhor consciência ecológica.


Nome da escola: Escola Secundária Mouzinho da Silveira |  Agrupamento de Escolas do Bonfim

Nome do professor: Paulo Matos

Nível de ensino: 3.º Ciclo

Descrição: 

O planeamento urbano e a expressão e representação da tridimensionalidade são as duas vertentes deste projeto, ao serviço de uma dinâmica pedagógica através da qual os alunos são desafiados a desenvolver competências na resolução de problemas, aplicando a metodologia projetual, presente nos processos de engenharia, arquitetura e escultura.

O desenvolvimento de uma estrutura tridimensional, recorrendo a maquetagem e eventualmente a prototipagem rápida (impressão 3D), suportadas no reconhecimento dos processos criativos (metodologia do design) são formas de compreender a dialética entre a arte e técnica, sustentadas em problemas concretos.

A requalificação da Avenida do Bonfim, em Portalegre, foi o pretexto para abrir a escola à comunidade, onde a engenheira Cláudia Capote (Câmara Municipal de Portalegre) e a Escultora Maria Leal da Costa (Parque de Esculturas do Alentejo, em Marvão) têm tido um papel fundamental no testemunho de situações concretas de intervenção em espaços públicos.

As manifestações de arte pública e o reconhecimento de alguns factos histórico e artístico, da cidade de Portalegre, constituiu um ponto de partida, não só para sustentar os temas dos projetos, mas também desenvolver um sentimento de pertença à cidade.


Nome da escola: Escola Básica e Secundária Rodrigues de Freitas |  Agrupamento de Escolas Rodrigues de Freitas

Nome do professor: Maria Fernanda Viegas

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

É urgente sensibilizar os jovens para a necessidade de modificar comportamentos, com vista a prevenir os efeitos das alterações climáticas, pois os mais novos devem ser parte da solução, não do problema. Uma forma de os sensibilizar é mantê-los informados e, por isso, propomo-nos a construir uma estação meteorológica que irá recolher dados ambientais de diversos sensores e disponibilizá-los no site da escola. Os sensores que farão parte de sistema permitirão realizar a medição de pressão atmosférica, temperatura, humidade relativa do ar, luminosidade, índice UV, concentração de ozono e material particulado. Pretende-se compreender a importância da análise e da previsão do tempo e do clima para as atividades humanas, entender como dados meteorológicos são captados, registados, analisados e transformados em informações úteis, refletir sobre a ocorrência das mudanças climáticas, compreender o funcionamento de instrumentos de medida e desenvolver firmware para leitura dos sensores.

Etapas do projecto:

1.ª Montagem dos componentes: controlador Arduíno e sensores.

2.ª Desenvolvimento do firmware.

3.ª Leitura dos sensores e tratamento dos dados.

4.ª Ligação com wi-fi e envio de dados.


Nome da escola: EB 2,3 Moinhos da Arroja |  Agrupamento de Escolas Moinhos da Arroja

Nome do professor: Susana Serra

Nível de ensino: 2.º Ciclo do Ensino Básico


Nome da escola: Escola Secundária Maria Lamas


Nome da escola: Escola Secundária de Penafiel

Nome do professor: Sílvia Machado, Justina Neto

Nível de ensino: Ensino Secundário


Nome da escola: Externato Cooperativo da Benedita

Nome do professor: Samuel Branco, Inês Madaleno

Nível de ensino: Ensino Profissional

Descrição: 

Este projeto encontra-se a desenvolvido por um grupo de 6 alunos, no âmbito de um projeto KA2 Erasmus+ e do Clube de Robótica. Os alunos encontram-se a frequentar o 11º do curso de Ciências e Tecnologias e um deles o 12º ano do Curso de Artes. Com este projeto os alunos pretendem simular a luz do sol, através de um sensor LDR e da função periódica, para controlar a intensidade da luz de uma lâmpada. Para além disso, pretendem controlar um servo-motor, que permite regar o solo, de acordo com os valores lidos por um sensor de humidade. Todos os valores obtidos através dos sensores serão apresentados num LCD e recolhidos para uma folha de Excel para posterior análise. Este projeto irá permitir verificar a importância da luz solar no crescimento das plantas e verificar se a luz artificial pode substituir a luz solar.


Nome da escola: Escola Secundária / 3.º Ciclo de Alcanena |  Agrupamento de Escolas de Alcanena

Nome do professor: Suzana Santos

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

O problema que identificámos e que nos levou a desenvolver o projeto Happy2Smell, foi a emissão de gases poluentes para a atmosfera, nomeadamente o sulfureto de hidrogénio, H2S, pelas indústrias de curtumes presentes na região de Alcanena, localidade onde se situa a nossa escola. Assim, surgiu a ideia deste projeto, que consiste na criação de um filtro eficaz na retenção bioquímica do sulfureto de hidrogénio, através da inoculação de bactérias sulfurosas presentes em lamas de tratamento da ETAR na matriz da planta Luffa aegyptiaca  (bucha vegetal). As bactérias sulfurosas produzem compostos orgânicos necessários à sua sobrevivência, a partir do consumo de sulfureto de hidrogénio e de oxigénio, libertando água e enxofre, pelo que o seu desenvolvimento na matriz da bucha vegetal permite transformar o sulfureto de hidrogénio, evitando a sua emissão para a atmosfera. Após a realização de vários testes experimentais, com o auxílio do laboratório químico de certificação do CTIC (Centro Tecnológico das Indústrias do Couro)  conseguimos comprovar a eficácia do nosso filtro para um dos diferentes conjuntos de variáveis testadas: bucha seca + batérias sulfurosas e meio de cultura + sulfureto de hidrogénio gasoso.


Nome da escola: EB1 Jorge Barradas |  Agrupamento de Escolas de Benfica

Nome do professor: Teresa Carvalho

Nível de ensino: 1.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Partindo da problemática sobre a existência de lixo no logradouro da escola, iniciámos uma pesquisa relacionada com quem; quando; onde; como e porquê. Com a ajuda de um mapa da escola fomos procurar o número de caixotes existentes e descobrir a sua localização e tipologia. Registámos a informação e organizámos os dados recolhidos.

Descobrimos que algum lixo é aproveitado por outros seres vivos de que nunca nos tínhamos apercebido. A partir daí, o nosso campo de investigação alargou-se: quais os seres vivos que se aproveitam dos pedaços de alimentos que ficam pelo recreio? Vamos procurá-los: ouvir e ver com a ajuda de especialistas, descobrir as suas características.

Que outros seres existem na escola e que são importantes para a nossa vida?... O que fazer para que os alunos façam a separação do lixo e o coloquem no sítio devido, todos os dias? Serão necessários mais caixotes ou apenas reorganizar a sua distribuição? Devemos arranjar locais específicos com os restos de comida para que alguns animais os aproveitem? Cada vez há mais perguntas e nós continuamos à procura de algumas respostas.


Nome da escola: Escola Básica e Secundária de Pinheiro |  Agrupamento de Escolas de Pinheiro

Nome do professor: Paulo Gil

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

Nas últimas décadas têm surgido diversas investigações que sustentam a importância pedagógico-didática da história no desenvolvimento da aprendizagem das Ciências, em particular da história da matemática. Na verdade, são apontadas diferentes formas e ideias sobre o papel que a história da matemática pode desempenhar no ensino e aprendizagem da matemática.

Com este projeto, pretende-se proporcionar o contacto dos alunos com a história da matemática, recorrendo-se a registos históricos, nomeadamente, a problemas retirados da história da matemática, visto que soluções históricas levam os alunos a procurar e a desenvolver, individualmente, formas simples de raciocínio. Os diferentes pontos de vista que são possíveis apresentar em contextos históricos dão aos alunos a oportunidade para desenvolverem a arte de discutir, justificar as suas próprias opiniões e apresentarem o seu próprio raciocínio aos outros.

Pretende-se assim, com este projeto, envolver os alunos em contextos de trabalho que integrem a história da matemática e que lhes permita desenvolver diferentes capacidades não apenas associadas, unicamente, ao seu desenvolvimento matemático, mas também competências de leitura, escrita, pesquisa, análise e comunicação, promovendo, portanto, uma forma diferente de fazer divulgação matemática.


Nome da escola: EB 2,3 Dr. Azevedo Neves |  Agrupamento de Escolas Dr. Azevedo Neves

Nome do professor: Gilberto Nogueira

Nível de ensino: 2.º Ciclo do Ensino Básico


Nome da escola: EB 2,3 Moinhos da Arroja |  Agrupamento de Escolas Moinhos da Arroja

Nome do professor: Tânea Duarte


Nome da escola: Escola Básica Augusto Gil |  Agrupamento de Escolas Aurélia de Sousa

Nome do professor: Manuela Lopes

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Os objectivos principais do projecto são identificar problemas de autonomia de pessoas com deficiência e propor soluções facilitadoras de uma melhor qualidade de vida das mesmas.

Numa fase inicial, os alunos visitaram a Sala de Multideficiência e procuraram identificar, na escola, obstáculos enfrentados por colegas com dificuldades de mobilidade, tendo sido salientada a impossibilidade de acesso dos mesmos à Biblioteca, ao Ginásio e às salas de Ciências.

Com o apoio da professora especializada foram discutidas algumas hipóteses para melhorar a autonomia de portadores de diferentes tipos de deficiência no espaço escolar e os alunos da turma registaram as conclusões de forma empenhada, tendo manifestado preocupação e interesse pelos problemas enfrentados pelos colegas.


Nome da escola: Escola Secundária Camilo Castelo Branco |  Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco

Nome do professor: Carla Machado

Nível de ensino: Ensino Profissional

Descrição: 

As notícias diárias, em todo o mundo, têm sido muito claras quanto à preocupação crescente relativamente à invasão dos microplásticos. Invasão? Sim! Já desde há muito que a poluição marinha é uma constante, principalmente no que diz respeito à poluição por plásticos. O que é certo é que ao longo do tempo esse plástico vai-se degradando, ou seja, vai-se transformando em microplásticos. Tão pequenos, que terminam no organismo de seres marinhos que os confundem com alimento.


Nome da escola: EB 2,3 Julio Brandão |  Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco

Nome do professor: Sónia Barreiras

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

O projecto começou com o inventário das árvores da nossa escola, seguido da pesquisa das suas características e propriedades e de uma exposição.

Após esta primeira etapa começamos a construir um trilho e placas de identificação para as árvores, que vão contribuir não só com a informação pesquisada mas também com a ilustração de cada árvore/arbusto.

Foi ainda realizada uma parceria com alunos e docentes do ensino especial de forma a “traduzirmos” o nome comum da árvore/arbusto para a língua gestual portuguesa.


Nome da escola: Externato Cooperativo da Benedita

Nome do professor: Patrícia Fialho

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

O projeto tem como principal meta promover uma cidadania ativa e responsável com vista a uma vila mais sustentável. Os objetivos específicos passam por conhecer os hábitos sustentáveis da vila da Benedita, identificar as áreas de atuação prioritárias e estratégias sustentáveis, em colaboração com os órgãos do poder locar.

Nesse sentido foram desenvolvidos inquéritos aplicados nas áreas mais expressivas da comunidade, nomeadamente, atividades domésticas, atividades industriais, restauração, instituições, espaços e mobilidade. A análise dos dados obtidos permitirá identificar as áreas de atuação prioritária bem como definir estratégias sustentáveis conjuntamente com os órgãos do poder local e as diferentes áreas em questão.


Nome da escola: Escola Secundária Poeta António Aleixo |  Agrupamento de Escolas Poeta António Aleixo

Nome do professor: Hugo Rebelo

Nível de ensino: Ensino Profissional

Descrição: 

Num quadro de contextualização e flexibilização curricular que desde sempre temos procurado implementar, não podíamos ficar indiferentes às imagens dos incêndios dos últimos anos e em particular às reações dos nossos concidadãos.

Este foi o enquadramento de uma avaliação holística de situação que nos levou a ponderar sobre o que no contexto do Currículo da Física e Química e da componente técnica do Curso Profissional Técnico(a) de Proteção Civil poderíamos levar a cabo e que fosse possível apresentar nos eventos em que participamos abertos à comunidade, dentro e fora do nosso agrupamento, que relevasse a importância da ação pró-ativa de todos e cada um na sua autoproteção, entendendo-se aqui "a sua" em sentido lato, sua e dos seus bens.


Nome da escola: Escola Básica n.º1 de Alverca |  Agrupamento de Escolas Pedro Jacques de Magalhães

Nome do professor: Ana Paula Simões

Nível de ensino: 1.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Este projecto começou com os alunos a identificarem o que gostariam de ter na sua escola:

- Espaços cobertos para brincar, no recreio, faça chuva ou muito calor;

- Espaço próprio para poderem lanchar sentados, ou poderem jogar jogos de tabuleiro, no recreio;

- Lanches saudáveis feitos pelos pais.

A directora da escola, a coordenadora do 1.º Ciclo, a directora do Agrupamento e os encarregados de educação foram informados das necessidades identificadas pelos alunos.

De momento, os alunos estão a contactar diversas entidades para dar conhecimento das suas necessidades:

- Junta de Freguesia de Alverca e Sobralinho

- Câmara Municipal de Vila Franca de Xira

- Hospital de Vila Franca de Xira


Nome da escola: Escola Secundária / 3º Ciclo de Raul Proença |  Agrupamento de Escolas Raul Proença

Nome do professor: Maria Mercês Matos

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Com este projecto, pretende-se desenvolver uma cultura de afetos, tendo em vista a humanização e o desenvolvimento do sentimento de pertença nas relações da comunidade escolar, baseado no exercício da cidadania. São colocadas mensagens, elaboradas por alunos do 7º ano, em garrafas decoradas para o efeito. Os trabalhos serão entregues pela escola a entidades da cidade cuidadoras de afetos.


Nome da escola: Escola Secundária de Marco de Canaveses |  Agrupamento de Escolas n.1 de Marco de Canaveses

Nome do professor: José Gonçalves

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

Cada vez há mais ruído nas nossas cidades. As fontes de ruído podem os automóveis, as tarefas executadas na construção civil, entre outros. Contudo, poderá ter graves efeitos na saúde humana. (http://ec.europa.eu/environment/basics/health-wellbeing/noise/index_en.htm)

A Organização Mundial da Saúde refere que os sons de fundo não devem ultrapassar os 30 dB e os ruídos individuais não devem ultrapassar os 45 dB.

O objectivo deste trabalho é analisar o ruído nas nossas cidades / aldeias. Assim, irá realizar-se um estudo do ruído em diferentes horas e dias da semana, com o intuito de avaliar o ruído existente.

Para saber mais:

https://www.eea.europa.eu/themes/human/noise

http://ec.europa.eu/environment/noise/index_en.htm


Nome da escola: Escola Básica Infante D. Augusto |  Agrupamento de Escolas Pedro Eanes Lobato

Nome do professor: Sandra Vasconcelos, Marta Ferreira

Nível de ensino: 1º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Pretende-se abordar os temas The house, The Human Body and Food durante as aulas de Inglês para a exploração e conjugação dos temas Espaço/Ciência/Exploração do vocabulário de Inglês, através da interdisciplinaridade. Para isso, os alunos irão focar-se sobre os diferentes temas abordados fazendo a ponte para a criação de um Abrigo Lunar e a criação de uma mão biónica.


Nome da escola: Escola Secundária Dr. Manuel Candeias Gonçalves |  Agrupamento de Escolas n. 1 de Odemira

Nome do professor: Ana Paula Canha

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

O problema escolhido pelos alunos foi a poluição da água superficial em Odemira, concelho até há pouco tempo conhecido por ter o rio mais limpo da Europa.

Os alunos fizeram uma saída de campo com técnicos do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina e visitas de estudo a três empresas agrícolas da região. A partir deste “sentir”, os alunos começaram a pesquisar sobre este problema e puseram as mãos na massa para investigar o impacto de 3 ETARs nos cursos de água, para monitorizar a quantidade de poluentes minerais nos cursos de água da plataforma litoral, para compreender de que forma os seres aquáticos eram influenciados pelos fitofármacos da agricultura e ainda para ensaiar uma solução para minimizar estes impactes nos meios aquáticos.

Este trabalho está a ser feito com o apoio de duas empresas agrícolas, da Câmara Municipal e ainda de alguns docentes do ensino superior. 


Nome da escola: Escola Básica Pedro Jacques de Magalhães |  Agrupamento de Escolas Pedro Jacques de Magalhães

Nome do professor: Maria Adelaide Ferreira

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

O projecto começou por uma actividade, realizada no âmbito da disciplina de Oferta Complementar/ Cidadania, que consistiu na redacção individual de uma carta endereçada à Directora do Agrupamento. Pretendia-se que os alunos mencionassem os aspectos em que, reconhecidamente, a escola tinha melhorado, os que careciam de melhoria e formas de intervenção directa nessa melhoria.

Identificados e votados os diversos problemas, foi seleccionado o que se prendia com o desaproveitamento do terreno atrás da bancada de Educação Física e, como proposta de solução, a criação de uma horta e de um mini jardim botânico. Seguiu-se a identificação e planeamento das acções e o contacto com as entidades que poderiam colaborar na resolução do problema.

O trabalho foi envolvendo as disciplinas do currículo à medida que as acções a desenvolver o permitiam e as ideias foram sendo cada vez mais diversificadas. Os alunos apresentaram uma candidatura ao Orçamento Participativo das Escolas, ganharam e, com o dinheiro conseguido, adquiriu-se material de rega. Na escola foram visitados por autarcas e por dois investigadores da Faculdade de Ciências. O conhecimento científico foi aumentando e a definição do que se pretendia fazer no terreno foi sendo cada vez maior.

Em desenvolvimento, para além da organização da horta-jardim, estão a ser identificadas as árvores da escola e alguma fauna, está a organizar-se um sistema para recolha de águas pluviais e vai-se fazer compostagem com uma turma do 5.º ano, recém-chegada ao Projecto. Embora as dificuldades sejam muitas e o trabalho moroso, o sonho não para de crescer e, para o concretizar, os alunos contam também com a colaboração dos Pais e Encarregados de Educação, da Associação de Pais e, recentemente, com a Câmara Municipal com a qual foi estabelecido um protocolo para o desenvolvimento de um projecto intergeracional de pintura do muro contíguo ao espaço que está a ser intervencionado.

 


Nome da escola: Escola Básica Ribeiro de Carvalho |  Agrupamento de Escolas D. Maria II

Nome do professor: Ana Cristina Emílio

Nível de ensino: 1.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

O projecto tem como finalidade informar toda a comunidade, incluindo a população invisual e daltónica, da importância da reciclagem e da separação do lixo nos Ecopontos .

“ Como poderão as pessoas invisuais e daltónicas reconhecer os ecopontos? “

Começámos por escrever uma história em sala de aula, realizamos algumas experiências sensoriais (exercícios de olhos vendados), construímos os ecopontos (verde, azul e o amarelo) com materiais recicláveis, considerando em cada um deles as identificações em braille e para daltónicos.

A história também foi escrita em Braille, para posteriormente ser impressa numa impressora própria e ser assim partilhada.

Vídeo sobre os ecopontos


Nome da escola: EB 2,3 Moinhos da Arroja |  Agrupamento de Escolas Moinhos da Arroja

Nome do professor: Pedro Afonso


Nome da escola: EB 2,3 de Rio Tinto |  Agrupamento de Escolas de Rio Tinto

Nome do professor: Carlos Pinto

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

A poluição luminosa deve‑se ao excesso de luz artificial e traz consequências negativas para a saúde humana, fauna e flora, algumas das quais ainda em estudo. No caso dos humanos, o excesso de luz altera-nos o ritmo circadiano e pode causar perturbações no sono. Por outro lado, estamos privados de contemplar o céu noturno em toda a sua plenitude, de conhecer mais objetos e fenómenos celestes e de nos questionarmos sobre o nosso lugar no Universo.

Cientes desse problema, os alunos das turmas 7ºC e 7ºD trabalharam este tema num contexto interdisciplinar. Numa fase inicial, exploraram o céu e fenómenos astronómicos através da realização de atividades laboratoriais virtuais com o software Stellarium. Assistiram também ao documentário sobre poluição luminosa, “The city dark”.

Alguns alunos também contribuíram através do telemóvel para o mapa mundial da poluição luminosa, participando nas campanhas de observação Globe at night.

O passo seguinte foi a utilização do concurso Dark Skies Rangers – desenho infantil para sensibilizar os alunos dos 3º e 4º anos de algumas escolas do agrupamento sobre o tema e desafiá-los para a elaboração dum desenho para apresentar ao concurso acima referido. Para tal, a partir dum conto existente sobre o tema, os alunos elaboraram e apresentaram uma pequena peça de teatro. A grande maioria dos alunos aderiu com motivação ao desafio e considerou a atividade bastante satisfatória.

A imagem abaixo representa o mapa da poluição luminosa de Rio Tinto. Quanto menores forem os valores da legenda, maior é o grau de poluição luminosa.


Nome da escola: Escola Básica Barbosa du Bocage


Nome da escola: Escola Básica e Secundária da Sé |  Agrupamento de Escolas da Sé

Nome do professor: Vítor Oliveira

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

O projecto tem como objectivo resolver o problema do ruído ambiental no edifício da escola nos intervalos e o problema do comportamento genericamente inadequado da população escolar.

Já foi feita a medição do ruído ambiental para identificar padrões e momentos críticos. Em cada turma, foram constituídos grupos de trabalho de 4 a 6 alunos, que irão propor soluções físicas e normativas que serão posteriormente votadas por cada turma.

A solução vencedora na turma será confrontada com as soluções vencedoras das outras turmas para selecionar a solução vencedora.

Esta iniciativa conta com a colaboração dos Diretores de Turma dos 9.º's anos, da Direção, da Associação de Pais e da Associação de Estudantes.


Nome da escola: Escola Secundária Maria Lamas |  Agrupamento de Escolas Gil Paes

Nome do professor: Dina Coelho

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

Pretende-se com este projeto monitorizar um troço do rio Almonda, junto à Ponte do Raro-Piscinas Municipais, recolhendo informações relativas ao rio e margens e fazendo uma pequena recolha da água e uma análise sumária.

Foi realizada uma visita ao rio no dia 2 de abril de 2019 e verificou-se que a água do rio estava com caudal normal para a época do ano, não havia presença de espuma, mas apenas algumas impurezas, talvez por ter chovido nos dias anteriores e terem sido arrastados detritos. As margens do rio estavam limpas e com zonas verdes.

Quanto às análises físico-químicas foram registados os seguintes parâmetros:

Temperatura: 16,5º C

Nitratos 0 mg/L.

Nitritos 0 mg/L 

Dureza total 280 ppm CaC03

Cloro 0 mg /L

pH= 6,6

Nesta saída foi ainda identificado o problema de falta de caixotes de lixo pequenos.


Nome da escola: Externato Cooperativo da Benedita

Nome do professor: Samuel Branco, Inês Madaleno

Nível de ensino: Ensino Profissional

Descrição: 

As abelhas são o principal elemento na polinização, influenciando a produção agrícola e indiretamente a alimentação mundial. Para além disso, através podemos obter diretamente outros essenciais. No entanto existem alguns problemas que estão a levar à diminuição da população de abelhas: ambientais, pesticidas, ação do Homem e até à falta de cuidado e formação dos próprios apicultores. Assim, atendendo a esta problemática, pretende-se construir uma colmeia segura adaptando sistemas que permitam o controlo remoto do seu ambiente interno, da entrada das abelhas e da sua posição geográfica. Serão utilizados de sensores e equipamentos adequados, bem como a tecnologia Arduíno e o desenvolvimento de aplicações para smartphones/tablets.

Mais informação: https://www.facebook.com/ClubeDeRoboticaDaBenedita/


Nome da escola: EB1 de Areosa |  Agrupamento de Escolas de Loureiro

Nome do professor: Mónica Gomes

Nível de ensino: 1.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Partindo da obra "Planeta Azul?" de Isabel Magalhães, os alunos e alunas estão a identificar algumas das causas da destruição do Planeta através da observação dos comportamentos dos pais, familiares e de todos os intervenientes na nossa Escola: alunos, alunas, professores e assistentes operacionais.
Recolhem dados para estudo e pretendemos concluir com a alteração de muitos hábitos enraizados na sociedade em que estamos inseridos.


Nome da escola: Escola Secundária de Figueira de Castelo Rodrigo |  Agrupamento de Escolas de Figueira de Castelo Rodrigo

Nome do professor: Ana Cristina Perpétuo

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

Em parceria com a Universidade de Coimbra foi calculada a concentração de radão no ar interior de duas habitações localizadas sobre rochas diferentes: uma em zona de xisto e outra em zona de granito.

Com a colaboração da Universidade da Beira Interior foram realizadas duas palestras para alertar a população escola para os perigos da inalação do radão. Foi ainda aplicado um questionário à população com vista a avaliar a percepção sobre este problema, bem como fornecer alguma informação relevante.

A escola apresentou o resultado da investigação no Congresso dos Jovens Geocientistas, organizado pelo Departamento de Ciências da Terra da Universidade de Coimbra. A organização do congresso escolheu o trabalho da Escola Secundária de Figueira de Castelo Rodrigo como um dos dois melhores apresentados.


Nome da escola: EB 2,3 de Freiria |  Agrupamento de Escolas de S. Gonçalo

Nome do professor: Cristina Eiras

Nível de ensino: 2.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

A escola insere-se numa freguesia rural com cerca de 500 alunos do 5º ao 9º ano de escolaridade. Apesar de várias campanhas de informação/sensibilização sobre os resíduos no chão, o barulho no refeitório e o comportamento nos átrios, estas não têm surtido efeito.

Assim, o objectivo deste projecto é melhorar o ambiente escolar nos espaços referenciados, em que os alunos irão fazer um levantamento dos problemas e apresentar soluções.


Nome da escola: Escola Básica e Secundária Rodrigues de Freitas |  Agrupamento de Escolas Rodrigues de Freitas

Nome do professor: Maria Fernanda Viegas

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

O problema de falta de segurança atinge escolas que, por estarem vulneráveis, devem procurar meios para garantir tranquilidade a alunos, professores e funcionários. Um dos problemas das escolas passa pelo controle da entrada e saída quando não é fácil a colocação de torniquetes ou barreiras para condicionar o acesso. A identificação por RFID “Radio Frequency Identfication”, é um sistema sem fios que armazena e recupera dados remotamente e de forma automática. Esta tecnologia permite a captura automática de dados, para identificação de objetos com etiquetas eletrónicas, tags, que emitem sinais de radiofrequência para leitores que captam estas informações. Estas etiquetas, ou tags, são dispositivos compostos apenas por um pequeno circuito, que pode conter informações como o horário escolar e, por isso, podem ser colocados no cartão do aluno e ser utilizados para controlar a entrada e saída da escola. O objetivo deste projeto é aproveitar esta tecnologia e criar um sistema capaz de ler um código de identificação de uma etiqueta RFID. Um aluno ao chegar à escola passa a sua etiqueta no leitor que ao reconhecer a informação mostra um sinal verde permitindo a entrada na escola. Quando o aluno quer sair procede do mesmo modo e, caso não tenha autorização para sair naquela hora, é mostrado um sinal vermelho.

Etapas do projecto:

1.ª Pesquisa sobre o sistema RFID.

2.ª Recolha de informação sobre o material necessário: cartões de RFID, leitores RFID, arduino, fitas condutoras, cartões WiFi, caixas de montagem, Leds e fitas Led.

3.ª Construção do equipamento e programação do sistema:

A) Caracterizar o tipo de cartão RFID e recetores;

B) Software:

. Definição do problema

. Definição das funcionalidades do sistema (soluções)

. Criar fluxograma

. Codificar

. Fase de testes

C) Integrar Hardware com Software;

D) Criação de uma estrutura de demonstração.


Nome da escola: Escola Secundária Quinta do Marquês

Nome do professor: Maria dos Anjos Tomás, Maria Clarisse Ferreira

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

Objectivos:

- Identificar os seres vivos da Ribeira da Lage

- Classificar os seres vivos taxonomicamente

- Caracterizar os factores abióticos do ecossistema

- Avaliar a qualidade da água em função dos factores bióticos (índice de BMWP) e abióticos em 3 locais de recolha

- Determinar se a Ribeira da Lage necessita de intervenção

- Discutir os resultados encontrados

- Apresentar os resultados à comunidade em formato de Poster Científico

- Disseminar o projecto pelas escolas do concelho de Oeiras em metodologia de educação pelos pares

- Envolver as entidades responsáveis (ITQB, CMO, SMAS e Juntas de Freguesia) pela monitorização da Ribeira da Lage

 

Metodologia: determinação do índice BMWP.

 

Objectivos para o próximo ano:

- Contactar as entidades responsáveis, partilhar os resultados obtidos e estabelecer um plano de monitorização para o ano lectivo de 2019/20

- Apresentar os resultados obtidos à comunidade escolar do concelho de Oeiras a vários níveis de ensino e estabelecimentos (a determinar)


Nome da escola: Escola Secundária de Loulé

Nome do professor: Hélder Pereira

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

As margens da Ribeira do Cadoiço, em tempos idos, eram das mais procuradas pelos louletanos para os seus momentos de lazer, sobretudo ao entardecer dos longos dias de Verão. O crescimento descontrolado da vegetação infestante, a poluição da água e os constrangimentos urbanos circundantes, impedem que o Cadoiço possa, por enquanto, voltar a ser uma das principais atracções paisagísticas da cidade. Apesar destes desafios, a ribeira apresenta ainda um conjunto de oportunidades (valores patrimoniais e naturais) que os alunos pretendem dar a conhecer aos louletanos de hoje.


Nome da escola: Escola Secundária José Macedo Fragateiro |  Agrupamento de Escolas de Ovar

Nome do professor: Rui Polónia Santos

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

O Rio Cáster é o principal curso de água doce que atravessa a cidade de Ovar, sendo um dos principais aportes de água doce ao braço Norte da Ria de Aveiro.

Vários problemas têm afectado este rio nas últimas décadas, com uma degradação acentuada ao nível da qualidade da água, diminuição da biodiversidade presente, aumento da pressão humana nas margens e leito de cheia, e problemas diversos ao nível da gestão/regularidade do próprio caudal, em resultado de diversas mini-hídricas, desvios para irrigação e alterações na rede e bacia hidrográfica.

Neste projecto pretendemos avaliar, através de métodos físico-químicos e biológicos, a qualidade da água, monitorizar flutuações de caudais, identificar e georreferenciar fontes poluentes e, com base nos dados recolhidos, elaborar propostas de intervenção a implementar, em apoio com autarquias locais, movimentos associativos e centros de investigação. Foram já estabelecidas parcerias diversas neste primeiro ano e têm sido trabalhadas competências técnicas e laboratoriais necessárias à prossecução dos objectivos do projecto.


Nome da escola: Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Marco de Canaveses

Nome do professor: Sónia Sampaio

Nível de ensino: Ensino Profissional

Descrição: 

Partindo dos recursos naturais existentes na Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Marco de Canaveses, os alunos procederam ao levantamento e registo da flora e fauna no espaço escolar. Numa fase posterior, e com base na informação recolhida, os alunos definiram rotas ambientais dedicadas à flora e fauna com o objetivo de as divulgar junto da população. Este é um projeto de natureza contínua, para ser desenvolvido ao longo dos anos, com o apoio de diferentes instituições e empresas. Pretende-se, assim, divulgar o património natural percebendo a importância e beleza da sua preservação.


Nome da escola: EB 2,3 Poeta Bernardo de Passos |  Agrupamento de Escolas José Belchior Viegas

Nome do professor: Bárbara Moiteiro

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

Numa primeira fase do projeto, foi feita uma análise atenta da comunidade a nível social, cultural, tecnológico, económico e ambiental. E foi com um olhar atento que surgiu o levantamento da primeira necessidade da comunidade: uma urgente educação ambiental ao nível da poupança de água.

Foi detetado um constante desperdício de água em diversos sistemas de rega e em alguns bebedouros. Surgiu assim o nome do projeto, “Sabias que …”, e a primeira ação com uma campanha de sensibilização e de informação à comunidade para o uso responsável da água.

Através deste projeto, pretende-se encorajar a população, principalmente os jovens, a desempenharem um papel ativo na sociedade.


Nome da escola: Externato Cooperativo da Benedita

Nome do professor: Samuel Branco, Inês Madaleno

Nível de ensino: Ensino Profissional

Descrição: 

O projeto encontra-se a ser desenvolvido com alunos do 10º e 11º anos do curso profissional de Técnico de Mecatrónica, com o objetivo geral de envolver várias disciplinas, alterar a metodologia de ensino-aprendizagem, responsabilizar mais os alunos pela sua aprendizagem. Tem como objetivos específicos de aprendizagem: conhecer o funcionamento da placa Arduíno e sensores; estudar o circuito elétrico necessário para ligação dos vários componentes; estudar a localização dos vários componentes de acordo as suas caraterísticas e objetivos do projeto; utilizar os sensores na recolha de informação, controlo e execução de ações; conhecer a linguagem de programação necessária à recolha de informação, controlo e execução de ações.


Nome da escola: EB1 de Odemira |  Agrupamento de Escolas n. 1 de Odemira

Nome do professor: Cristina Basílio

Nível de ensino: 1.º Ciclo

Descrição: 

Projeto de empreendedorismo que promove a consciencialização da comunidade de Odemira para a problemática do desperdício de óleo alimentar. O projeto pretende sensibilizar toda a comunidade através dos meios de comunicação local (rádio RIO, Jornal Sudoeste e TV Zorra) e através da produção de velas ornamentais a partir da reutilização do óleo da comunidade escolar da EB1 de Odemira.


Nome da escola: Escola Básica e Secundária de Moimenta da Beira |  Agrupamento de Escolas de Moimenta da Beira

Nome do professor: Alexandra Marques

Nível de ensino: 2.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

O projecto SOS - Atitudes: PURE pretende promover a Educação para a Cidadania em diferentes dimensões e vertentes estratégicas. Reconhece-se a necessidade de uma cidadania participada, que se impõe deva iniciar no núcleo familiar restrito, numa primeira instância e nas escolas, numa segunda instância.

Assim, o mote é dado com a participação de todos em convergência, para a criação de hábitos de vida saudáveis. Ao utilizar de forma racional os recursos de que dispomos, poderemos obter uma qualidade de vida superior, sabendo que procuramos “…satisfazer as necessidades da geração actual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades…” Perspectiva-se a reciclagem de objectos mas, sobretudo, a reciclagem e reformulação de novos pensamentos e acções que visem o bem comum. O envolvimento dos diversos intervenientes da nossa sociedade promove a consciencialização e a mudança de paradigma.

Ações implementadas:

- Trupe do Tacho

- Horta Biológica

- Decoração Reciclada


Nome da escola: Escola Secundária / 3.º Ciclo do Pinhel |  Agrupamento de Escolas de Pinhel

Nome do professor: Ana Paula Saraiva

Nível de ensino: Ensino Secundário

Descrição: 

Pretende-se com este projecto envolver a comunidade na recolha e óleos usados e na sua posterior transformação em biodiesel e em sabão. O combustível obtido será utilizado num veículo que será construído pelos alunos. Para a produção de sabão pretendemos recorrer à sabedoria de familiares mais idosos dos alunos, que se deslocarão à nossa escola para demonstrar o método que utilizavam e, alguns ainda utilizam, na produção de sabão.


Nome da escola: Escola Básica do Bonito |  Agrupamento de Escolas Cidade do Entroncamento

Nome do professor: Nazaré Sousa, Paula Couto

Nível de ensino: 1º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

O foco deste projeto é a escola como ponto de mudança da integração cultural. Além disso, o nosso objetivo é tornar as atividades escolares mais visíveis e acessíveis à comunidade.

O Entroncamento é uma cidade no centro de Portugal que desde o início acolheu muitas pessoas de diferentes partes do país. Hoje em dia, a cidade é o lar de várias comunidades de diferentes países e é também conhecida pela sua grande comunidade cigana, um grupo tradicional itinerante que aqui se instalou há muitos anos.

A escola, como microcosmo da nossa sociedade, reflete essa realidade multicultural. Este projeto tem como objetivo levar as nossas crianças a pensar na sua comunidade, como um caso de sucesso de integração multicultural. Por meio de novas e motivadoras metodologias de aprendizagem, o nosso objetivo é que os jovens aprendizes compartilhem as suas experiências culturais, de modo a envolver as diferentes comunidades locais ao redor da escola nesse processo.

Blog Todos Somos Escola


Nome da escola: EB 2,3 Soeiro Pereira Gomes |  Agrupamento de Escolas de Alhandra, Sobralinho e S. João dos Montes

Nome do professor: Cidália Graça, Cristina Macieira

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Desde sempre, a população escolar refere como pouco seguro o acesso à Escola.

Este problema que já foi objecto de apreciação das entidades responsáveis, sem resolução concretizada, mereceu a atenção dos alunos da turma 9ºB, pois o espaço percorrido diariamente pela maioria dos elementos da escola não tem condições de acessibilidade, uma vez que o passeio é demasiado estreito e também porque no inverno, facilmente, quem o usa fica molhado, devido ao trânsito automóvel.

Os alunos verificaram, durante uma visita ao espaço envolvente à escola que paralelamente ao estreito passeio, há um espaço, entre este e a ribeira de Santo António, que podendo ser usado no verão, não o pode ser no inverno, pois o terreno é lamacento.

A turma elaborou, durante as aulas de Educação Visual, um projeto de requalificação do espaço entre a ribeira de Santo António e a estrada de acesso à Escola e contactou a Câmara Municipal e o Presidente da União de freguesia de Alhandra, S. João dos Montes e Calhandriz.


Nome da escola: EB 2,3 Alvaro Velho |  Agrupamento de Escolas de Álvaro Velho

Nome do professor: Helena Pires, Rui Sequeira

Nível de ensino: 2º e 3º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

O projeto pretende que os alunos tomem consciência dos problemas ambientais locais e adquiram uma posição proactiva na resolução de questões ambientais contribuindo para a aquisição de uma cidade mais sustentável.

A metodologia de trabalho utilizada será a IBSE (Inquiry-Based Science Education) utilizando o método científico e multidisciplinar. Esta metodologia de ensino baseada na investigação e identificação de problemas pretende incitar a pesquisa. Os principais objetivos específicos são:

- Sensibilização da comunidade escolar para a tomada de atitudes que conduzam à diminuição da excessiva poluição dos solos e da água, outrora praticada na zona envolvente pelo complexo industrial químico do Barreiro-CUF;

- Adoção dos rios Coina e Tejo e estudo dos poluentes químicos e plásticos das suas águas;

- Envolvimento na monitorização e limpeza das zonas costeiras envolvendo entidades exteriores à escola na investigação e pesquisa das áreas em estudo;

- Conhecimento do património histórico/cultural local das gentes de outrora na zona envolvente;

- Sensibilização da comunidade escolar e não escolar sobre o uso excessivo de produtos com plásticos e microplásticos que posteriormente vêm ter à nossa costa.

 

Para mais informação consultar http://alvarovelho.net/cefjard/


Nome da escola: Escola Básica Santa Marta do Pinhal |  Agrupamento de Escolas de Vale Milhaços

Nome do professor: Fátima Soares

Nível de ensino: 1º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Com uma escola nova, as espectativas da comunidade escolar eram muito altas. Mas, a realidade de uma escola inacabada, provocou alguma deceção que acabou por originar uma enorme vontade, determinação, empenho e resiliência de todos na resolução dos problemas existentes.

Em assembleia de turma foram discutidos os problemas e todos os alunos tiveram a oportunidade de apresentar as suas preocupações e sugestões. Registaram num cartaz tudo o que consideravam importante ou que faltava na escola.

Os 15 cartazes foram expostos no placard da escola e apresentados ao Presidente da Freguesia de Corroios e à Divisão de Educação da Câmara Municipal do Seixal. Os alunos do 4ºano escreveram uma carta ao Presidente da Câmara de que resultou um abaixo assinado por toda a escola.

Os delegados de turma reuniram posteriormente com a coordenadora da escola e foram priorizados os problemas de resolução viável, ao nosso alcance. Neste sentido, dividiram-se tarefas e

responsabilidades:

LÁ FORA... O que fazer no recreio?! –  4º ano

LÁ FORA... Vamos promover a BIODIVERSIDADE

- na horta – 1º ano

- nos canteiros – 2º ano

- no charco – JI e 3º ano


Nome da escola: EB da Quinta da Vala |  Agrupamento de Escolas Pedro Jacques de Magalhães

Nome do professor: Cândida Bastos

Nível de ensino: 1.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

A escolha do projecto baseou-se no tema aglutinador do Agrupamento "Viagens", no ano em que se assinalam as Comemorações Magalhânicas do V Centenário da circum‑navegação.

Numa primeira fase, os alunos em cada turma fizeram um levantamento das situações problema. Em assembleia de turma debateram as prioridades: requalificação das zonas degradadas existentes no interior do espaço afeto à escola, entre edifícios. Surge assim a ideia de se implementar a criação de uma horta pedagógica e biológica nesse espaço.

Com este projeto procuramos estimular a criatividade e a curiosidade científica dos alunos, promover, através da interdisciplinaridade, as boas práticas ambientais para a preservação dos valores naturais, maximizando o interesse ambiental e pedagógico e estimular o trabalho colaborativo.

A iniciativa foi proposta e aceite pela Direção da Escola e pela Associação de Pais e Encarregados de Educação (APEE).

Cabe aos alunos o papel ativo da sua manutenção, surgindo como medida de sensibilização das crianças, pais, encarregados de educação, professores, auxiliares de ação educativa e funcionários e outros parceiros localizados na área geográfica da escola, para a realização de atividades de preservação do espaço escolar e para a importância da educação ambiental e da educação alimentar na sustentabilidade do nosso planeta.

Em conjunto podemos proporcionar às crianças momentos diferentes, direcionados para os bons exemplos de educação ambiental e alimentar, reforçando a vertente mais prática.


Nome da escola: Escola Secundária Camilo Castelo Branco |  Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco

Nome do professor: Graça Alves Pinto

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

Após terem despertado para a astronomia, com o projecto contra a poluição luminosa “Vamos apagar as luzes para acender as estrelas”, desenvolvido no ano lectivo 2017-18, os alunos da da Escola Secundária/3 de Camilo Castelo Branco – Vila Real, agora no 8º ano, em articulação com os colegas de uma turma de 7º ano, lançaram-se num projecto de leitura.

O projecto tinha como objectivo desenvolver competências não só de leitura, mas também de escrita e de expressão oral, tendo por base conteúdos de Astronomia e Astrofísica. Independentemente de poderem explorar um conjunto imenso de recursos, os alunos das duas turmas leram, autonomamente, pelo menos um livro entre os vários que existem na biblioteca da escola sobre esta temática. As obras poderiam ter um carácter científico ou literário, desde que o assunto se relacionasse com a Astronomia ou Astrofísica.

Posteriormente, os alunos de ambas as turmas reuniram-se numa sessão de partilha de leituras, leitura em voz alta de conteúdos seleccionados e leitura de textos produzidos pelos próprios. O tema escolhido foi o Sistema Solar.

Paralelamente, os alunos construíram um protótipo tridimensional do Sistema Solar, tendo sido constatadas as dificuldades em construir este modelo à escala. Daí resultou a ideia, que está em fase de desenvolvimento, de propor à autarquia local a construção de um modelo do Sistema Solar à escala da cidade.

As famílias também acompanharam este projecto, quer incentivando os educandos nas pesquisas, quer acompanhado as leituras em casa, quer ainda mostrando elas próprias interesse na apropriação de conhecimento científico nestas áreas.

Vídeo do projecto: http://aprocuraccb.blogspot.com/2019/05/viajando-pelo-sistema-solar.html


Nome da escola: Escola Secundária / 3.º Ciclo do Entroncamento


Nome da escola: Escola Profissional de Almada


Nome da escola: Real Colégio de Portugal

Nome do professor: Fátima Rodrigues, Joana Pedrosa, Joana Padrão, Sandra Cunha

Nível de ensino: 3.º Ciclo do Ensino Básico

Descrição: 

O consumo aumenta inevitavelmente com o aumento da população mundial. Isso causa o esgotamento dos recursos naturais e a perda de fontes de energia, levando à degradação do equilíbrio e sustentabilidade do planeta.

Os resíduos devem ser avaliados no processo de reutilização, reciclagem e recuperação. Neste projecto foram criadas acções locais / nacionais para prevenir e minimizar a formação de resíduos. Iremos contribuir para um uso mais eficiente de energia e de recursos através de campanhas de sensibilização sobre a importância de reduzir o consumo, optimizar a reutilização, recuperar e encontrar utilizações alternativas para os resíduos.

Objectivos:

• Promover a sensibilização ambiental nos alunos, bem como as suas competências ao nível do empreendedorismo, marketing e comunicação

• Sensibilizar os alunos para a reciclagem, recursos energéticos naturais, eficiência energética e recuperação de resíduos

• Melhorar o compromisso e a responsabilidade dos alunos, envolvendo-os activamente em todo o projecto

• Melhorar as acções de sensibilização e de resolução de problemas e garantir um consumo responsável em toda a comunidade (professores, funcionários da escola, pais, etc.)

• Trabalhar em cooperação com outras escolas

• Contribuir para o uso eficiente dos recursos energéticos naturais

• Avaliar as opções de destino do lixo, considerando as possibilidades de reutilização e reciclagem


Documentos OSOS

Descritivo do projecto - Documento que resume os objectivos e principais etapas do projecto OSOS

Brochura (em inglês)

 

CONTACTO