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Tudo o que vem à nossa rede é Ciência



 Ciência Viva

A Ciência Viva nasceu em Portugal em 1996 por iniciativa de José Mariano Gago, então Ministro da Ciência e da Tecnologia, como um programa governamental dedicado à promoção da educação e da cultura científica.

Em 1998 transformou-se numa associação de instituições científicas, adoptou a designação Ciência Viva –Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica e iniciou uma expansão que a transformou naquilo que é hoje: uma organização implantada à escala nacional, com uma rede de 21 Centros de Ciência espalhados por todo o território, que alimenta um movimento social em prol da ciência e da cultura científica que envolve centenas de milhares de investigadores e cidadãos, alunos e professores, jovens e adultos.

A Ciência Viva constituiu-se desde o início como um programa aberto e promotor de alianças entre diferentes sectores da sociedade portuguesa, das universidades às escolas do ensino básico, das empresas aos laboratórios de investigação, das autarquias às associações privadas e às organizações profissionais.

Ao longo de mais de duas décadas de existência tem posto em prática uma estratégia bem sucedida de capacitação dos principais agentes de educação científica, de envolvimento activo do público na ciência e de diálogo entre a ciência e a sociedade, sendo internacionalmente reconhecida nas suas áreas de intervenção.

A Ciência Viva conta entre os seus associados com os principais laboratórios de investigação nacionais. É ainda membro do ECSITE, uma rede europeia que reúne mais de 350 centros e museus de ciência. Através desta rede europeia, integra o consórcio que organiza o EMME (Euro Mediterranean and Middle East Summer School of Science Communication), liderado pelo ECSITE e pela Names, rede de instituições norte-africanas e do Médio Oriente.

A Ciência Viva é também membro e integra o Board do ASTEC – Association of Science – Technology Centers, do International Council of Museums (ICOM)e da European Science Events Association (EUSEA). Entre as organizações internacionais com as quais trabalha regularmente destacam-se o CERN, a Agência Espacial Europeia (ESA), a Agência Europeia de Segurança Marítima (EMSA), a King Baudouin Foundation, o European Brain Councila, a La Caixa Foundation e a Biogen.

 Rede Nacional de Centros Ciência Viva

A Ciência Viva não é apenas a Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica. É também uma rede dinâmica que integra 21 Centros de Ciência e que continua a expandir-se. Cada Centro alimenta a sua própria rede local e regional, ligada a autarquias, empresas, escolas, universidades, politécnicos e unidades de investigação da sua região.

Há muitos e bons museus de ciência em todo o mundo, mas nenhuma rede como a da Ciência Viva. Um dos motivos da sua originalidade reside nos espaços que ocupa. Em alguns casos foram construídos espaços de raiz, sempre com identidades marcantes. Noutros recuperaram-se edifícios antigos com fortes raízes locais: um convento em Estremoz, uma igreja em Tavira, uma fábrica em Aveiro e até uma prisão em Vila do Conde.

Descobrir a ciência que faz hoje e se projecta no futuro num lugar repleto de memórias do passado é uma experiência singular. Desde 1998, 13 milhões de pessoas visitaram a Rede Nacional de Centros Ciência Viva.



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 Escolas Ciência Viva

Lançada em 2010, a Escola Ciência Viva do Pavilhão do Conhecimento foi a primeira escola do 1.º Ciclo a funcionar num Centro de Ciência em toda a Europa. Recebe duas turmas de escolas do ensino básico da região de Lisboa durante uma semana, ao longo de todo o ano escolar.

O projecto conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa através do seu Departamento de Educação e Juventude. Ao longo de nove anos consecutivos de actividade passaram por esta Escola quase 10 000 alunos e 300 professores de 76 escolas públicas da cidade de Lisboa. 150 investigadores das mais diversas áreas do conhecimento estiveram com estes alunos, partilhando in loco o seu dia-a-dia de cientistas.

Integram também a Rede de Escolas Ciência Viva o Instituto de Educação e Cidadania, na Mamarrosa, e o Centro Integrado de Educação em Ciências, em Vila Nova da Barquinha. Com a atribuição da bolsa pela King Baudouin Foundation e pela Amgen Foundation foi possível desencadear iniciativas conjuntas que estreitaram os laços entre as três Escolas Ciência Viva.

No ano lectivo 2018-2019 a rede foi alargada a oito novas escolas-museu, situadas em Bragança, Coimbra, Proença-a-Nova, Aveiro, Alviela, Estremoz, Lagos e no Parque Biológico de Gaia. Todas elas estão ancoradas em Centros Ciência Viva, que trabalham em colaboração directa com as respectivas autarquias. Neste momento existem 11 Escolas Ciência Viva a funcionar de norte a sul do país.


 Rede de Clubes Ciência Viva na Escola

É dirigida a Escolas do Ensino Básico e Secundário e Escolas Profissionais e pretende levar os alunos a pensar, discutir, experimentar, explorar e aplicar a ciência de uma forma criativa e inovadora, com o envolvimento de toda a comunidade educativa.

Os Clubes Ciência Viva na Escola têm como parceiros universidades, centros de investigação, empresas e associações científicas, que disponibilizam os seus investigadores para trabalhar com os estudantes, e cobrem áreas que vão desde o Ambiente à Astronomia, Botânica, Engenharia, Robótica, Física, Química, Geologia, Paleontologia, Matemática, Sociedade e Zoologia.

Existem actualmente 237 Clubes Ciência Viva na Escola em todo o país, envolvendo cerca de 125 000 alunos e abrangendo todos os distritos, as Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores e ainda as Escolas Portuguesas de Moçambique e de São Tomé e Príncipe.

Em Março de 2018, a Ciência Viva assinou um acordo com o Ministério da Educação para a criação de uma rede nacional de Clubes Ciência Viva na Escola. Esta é uma iniciativa prevista no programa do Governo, onde se anunciava a criação e dinamização destes clubes em todos os agrupamentos de escolas, públicas e privadas, do ensino básico e secundário.

Pretende-se, deste modo, estimular o entusiasmo dos alunos pela ciência, através do trabalho prático e experimental, apoiado por professores, cientistas e profissionais de ciência e tecnologia.



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